sábado, 22 de dezembro de 2012

Athaliba: Um bistrô paulistano


Destas descobertas ao acaso. Indo para uma consulta e buscando um lugar perto para almoçar.  Sem indicações prévias, mas com boa aparência, entramos no Athaliba.
O Athaliba é bem bistrô, comida gostosa em ambiente simples. O picadinho é o forte da casa. 
Nas duas vezes que fui, provei dois picadinhos. Um com molho de vinho, gostei. Depois o Athaliba V, gostei muito.

Alameda Campinas, 1299 - Jd. Paulista - São Paulo
(011) 3052.2216
A foto é do site do restaurante, mas não há conflito de interesse. Este site não faz recomendações. São apenas anotações, para não esquecer e localizar facilmente.

domingo, 25 de novembro de 2012

Pelotão ou Platão?


Uma viagem na TAP a caminho de Bruxelas. Outra oportunidade de ouvir com frequencia esta interessante forma de falar a língua portuguesa. Sendo a língua deles, recuso-me a designar de sotaque a forma lusitana de falar. Por outro lado, como já somos os brasileiros tão mais numerosos que eles, a nossa forma de falar a língua portuguesa já é predominante. 
Gosto muito de ler o português à lusitana, acho-o de grande elegância. Confesso, contudo, que às vezes tenho dificuldade de entender a fala lusitana, pelo que, quando posso, tento aperfeiçoar-me. Aproveitei o voo para ver dois filmes portugueses. 
Um deles sobre o assassinato pela PIDE salazarista do General Delgado. Sem querer entrar no terreno da troça, alguém poderia imaginar que iriam enterrar clandestinamente o cadáver com o anel de ouro que era o seu sinete e que continha as iniciais HD? Não era uma manobra, o anel foi deixado no cadáver do próprio general. Pois o filme mostra isto e não expressa espanto. 
O “As linhas de Wellington” é também interessante e bem feito sobre a invasão de Portugal por Napoleão. O filme é histórico mas trata de pequenos dramas de diversos personagens numa guerra. Gostei imenso!
Ambos continham legenda em inglês, a qual pareceu-me obrigatória, não encontrei, nem procurei muito, se era possível removê-la. De todo modo, creio que recorri a elas com mais frequencia do que imaginava para entender as falas. Devemos ter bastante cuidado nas traduções usadas nas legendas. O amigo dosReis afirma ter visto uma legenda de “tão longe, tão bom” para o “so far, so good” num filme há alguns anos. 
Eu tive alguma dificuldade de entender a fala do capitão à frente de um grupo de soldados, mas estava seguro que ele não estava a esbravejar Platão, depois entendi que se dirigia ao pelotão. Como a vogal “e” não era pronunciada, fiz confusão. A cena nada platônica ajudou-me a corrigir o que ouvia.

domingo, 21 de outubro de 2012

As 10 cidades mais violentas do mundo



Vi, por acaso, no site indicado abaixo, o qual não frequento.
Não consegui identificar a metodologia empregada, nem mesmo o órgão responsável pelos dados.
Estranho bastante que todas as 10 sejam da America Latina. Não seria o ranking da AL?
De todo modo, tão ruim quanto a situação da violência urbana é o estado da nossa "grande" imprensa...

1) San Pedro Sula – Honduras
A cidade mais violenta do mundo registrou uma taxa de homicídios de 158,87 pessoas a cada 100 mil. A cidade passou assim Juárez, no México, considerada uma das mais violentas por muitos anos.
2) Juárez – México
Após três anos consecutivos no primeiro lugar, a primeira cidade mexicana a aparecer no ranking caiu uma posição, com uma taxa de homicídio de 147,77. O México tem cinco cidades entre as dez mais violentas do mundo. A foto mostra o corpo de um homem morto a tiros em Juárez. A região é alvo de constantes conflitos por conta do tráfico de drogas.
3) Maceió (AL) – Brasil
Essa é a primeira cidade brasileira a aparecer no ranking, com uma taxa de homicídios de 135,26 em 2011. O país aparece duas vezes entre as dez primeiras posições do ranking.
4) Acapulco – México
Belas paisagens são ofuscadas pela violência que marca a cidade mexicana, com uma taxa de homicídio de 127,92 em 2011. A foto mostra um corpo encontrado em Acapulco em setembro deste ano.
5) Distrito Central – Honduras
A segunda cidade hondurenha a aparecer no ranking tem uma taxa de homicídios de 99,69. As duas cidades são as únicas de Honduras a entrar no ranking completo, de 50 cidades.
6) Caracas – Venezuela
A primeira cidade venezuelana a aparecer no ranking tem uma taxa de homicídios de 98,71. Essa é a única cidade da Venezuela a aparecer entre as dez mais violentas do mundo, mas o país tem três representantes na classificação de 50 cidades.
7) Torreón – México
A terceira cidade do México a aparecer no ranking tem uma taxa de homicídio de 87,75.
8) Chihuahua – México
A cidade é capital do estado que leva o mesmo nome, onde fica também a cidade de Juárez, a mais violenta do México. A cidade Chihuahua tem uma taxa de homicídio de 82,96.
9) Durango – México
A última cidade mexicana a aparecer no ranking das dez mais violentas é Durango, com uma taxa de homicídio de 79,88.
10) Belém (PA) – Brasil
A segunda cidade brasileira a aparecer no ranking tem uma taxa de homicídios de 78,04. 
Na lista completa (de 50 cidades), também aparecem 
Vitória (17), 
Salvador (22), 
Manaus (26), 
São Luís (27), 
João Pessoa (29),
Cuiabá (31), 
Recife (32), 
Macapá (36), 
Fortaleza (37), 
Curitiba (39), 
Goiânia (40) e 
Belo Horizonte (45).


Visto no http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/as-10-cidades-mais-violentas-do-mundo#11
Foto do Porto de Belém do mesmo e-endereço.

domingo, 30 de setembro de 2012

Palo Alto, na série EUA hoje

Há algum tempo (fevereiro deste ano) postei algumas notícias sobre a situação de lojas no DC (Washington DC. Retratos da crise. aqui). Embora a crise nos EUA pareça menor que a imprensa tem falado, no DC observa-se claramente depressão. Aqui na California não tenho a mesma impressão, pelo menos no vale do silício. 
A imagem que me chamou a atenção aqui é muito mais a evidência das mudanças decorrentes da rápida obsolescência nos meios de comunicação. Na University St, a principal de downtown Palo Alto, o prédio do cinema antigo e onde funcionou a Borders está fechada.
A Borders foi uma grande cadeia de venda de livros, CDs e produtos similares ou próximos. Uma potência que se encontrava em todos os lugares nos EUA. Lembro de haver ficado muito impressionado que as casas funcionavam todos os dias do ano (exceto creio na véspera de Natal). A atividade de vendas era bastante intensa. Agora não existe mais.
A loja da Apple, logo em frente no outro lado da rua, embora esteja supervisitada e vendendo loucamente que coloque as suas barbas de molho.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Qual a companhia melhor para obter bilhetes com milhas?


Um artigo interessante do Wall Street Journal compara a facilidade de obter passagens com milhas dos programas de fidelidade.
A Gol aparece bem.
Veja o artigo completo (aqui).

Tóquio: miscelânea


Várias coisas chamam a atenção em Tóquio e uma delas é o trânsito.  Para uma cidade com 13 milhões de pessoas é surpreendente que o transito seja tão bom.  O trânsito de Tóquio é melhor que o de Salvador, sem dúvida.  Não parece haver muito mistério: eles utilizam muito o sistema público de transporte. Usei o metrô num domingo à tarde para um trajeto longo e estava sempre cheio (e silencioso, os japoneses quase não falam no metrô). Não cheguei a usá-lo nos dias de semana, mas deve ser MUITO cheio. Outro fator que explica o bom trânsito é a disciplina e a paciência dos motoristas.  Nada de maluquices e imprudência.
Outro aspecto muito saliente é o grande número de pessoas sempre na rua. Por indicação, estive em Shibuya no início da noite de domingo. Uma praça enorme com uma multidão impressionante e muito jovem. Não consegui fotografar bem a movimentação da multidão quando o sinal abre. Em cada ponto da praça se concentra muita gente à espera do sinal e quando este abre parece uma invasão: se deslocam enormes grupos de todos os pontos e o chão praticamente desaparece. Não era um dia de festa e muito menos de carnaval. Além da enorme quantidade de gente me surpreendeu que todas as lojas estivessem abertas num domingo à noite. 
Muito interessante um cientista ser a figura da nota de 1.000 yens (figura acima do post). Noguchi foi um importante bacteriologista japonês que fez carreira na Rockefeller University (Hideyo Noguchi (野口 英世 Noguchi Hideyo?, November 9, 1876 – May 21, 1928), also known as Seisaku Noguchi (野口 清作 Noguchi Seisaku?), was a prominent Japanese bacteriologist who discovered the agent of syphilis as the cause of progressive paralytic disease in 1911; segundo a Wikipedia).  Já tivemos no Brasil cientistas nas cédulas, mas, com tantas mudanças de moeda, as que homenageiam cientistas não circulam mais. 
Mais um registro: estive no Miraikan, um grande museu de ciência avançada, muito interessante. Era um dia que o museu estava fechado, mas a Embaixada providenciou uma visita. Além de ver algumas salas, pude observar os testes de um novo equipamento de transporte individual da Honda, que funciona sem uso das mãos. O controle é feito pela inclinação do corpo do condutor (pode se ver no fundo da foto abaixo). Lá encontrei o Diretor, o astronauta Mamoru Mohri, uma pessoa muito popular no Japão e a foto e notícia foram colocadas no Facebook da Embaixada (aqui).