sábado, 27 de setembro de 2014
Paris em setembro
Estive em Paris em setembro, o que é sempre bom e tive muita sorte de durante toda a semana fazer um tempo fantástico, nem frio nem quente e sem chuva.
Não tenho tempo para escrever algo mais elaborado, mas deixo o registro de onde comi.
Uma boa opção simples
L'Atelier Aubrac, no Boulevrad Garibaldi, foi uma grata surpresa. Não tinha qualquer indicação mas gostei do jeito ao passar na porta.
A salada de croutard de maçã com queijo de cabra estava muito boa se entrada. Depois uma
Blanquette de veau à l'ancienne muito bem feita.
O serviço não compromete, foi um adolescente que parecia nos estágios iniciais do ofício, mas tudo funcionou bem. Os preços bem honestos para a qualidade dos produtos.
Não faria um grande desvio para voltar, mas poderia comer lá de novo com prazer.
Boa opção perto do Pasteur
Le Toucan é um restaurante mais arrumado que um Bistrot tradicional e com boas opções de comida.
Eu gostei do prato de crevetes com arroz à espanhola (embora não tenha visto nada muito parecido na Espanha, parecia uma Paella só com os vegetais). No almoço de um dia quente em Paris ele ficou bem com uma cerveja leve de trigo.
O serviço é atencioso e eficiente e os preços bem razoáveis.
Hotel simples mas confortável e bem localizado
O Nouvel Hotel Eiffel é uma opção barata no 15eme, perto do Institut Pasteur (menos de 10 minutos a pé). Além disto, fica muito perto de uma estação de metrô, o que sempre da boa mobilidade em Paris.
A portaria não é muito confortável, se precisar esperar, mas o serviço é amistoso e eficiente. Os quartos não são pequenos para o padrão parisiense e têm conforto razoável. Controle da temperatura do quarto, banheiro novo e limpo, um pequeno guarda roupa e uma mesa também pequena. Não sei se o meu quarto é o padrão de todo o hotel no tamanho.
No meu quarto havia apenas uma tomada, perto da porta. Nenhuma próxima da mesa ou da cama.
Tudo funcionou bem.
Boa comida da Alsacia
O Café-restaurante La Forge é uma taverna simples com cozinha da Alsacia. Nada fantástico, mas decente.
Pode ser uma boa alternativa para quem está com saudade de comer uma pizza e não quer dizer que comeu pizza em Paris. A pizza alsaciana é muito parecida com as pizzas simples e se chama Flammekueche. Comer Flammekueche já parece mais turístico. A original é de presunto e cebola numa massa bem fina. Eu fui na que adiciona queixo e é uma pizza muito boa para quem gosta de massa bem fina e crocante.
Há pratos da culinária francesa tradicional também.
Bom steak haché
Está em Paris há alguns dias e deu vontade de comer um hambúrguer? Ao mesmo tempo como confessar?
Pode ser em dois estágios, primeiro não denominar hambúrguer já que os franceses disfarçam-no como steak haché. Segundo, não comer num fast food.
Lá Duchessa oferece esta oportunidade com uma variação a L' italienne. Outro, desde o pão, é feito no restaurante. O hambúrguer é saboroso e vem coberto com uma fatia de queijo de cabra e com uma boa porção de rúcula, alface e tomate seco. Muito bom! Vem acompanhado de uma porção de fritas muito bem feitas.
Foto própria, na rua do hotel.
terça-feira, 22 de julho de 2014
Passeio a Punta del Este
Anotações sobre uma visita de domingo a Punta del Este, passando por Piriapolis e Punta Ballena.
Piriapolis
balneário na direção de Punta del Este mas as praias são ainda no Rio da Prata.
Cerca de 1 hr de MVD, 100km por uma boa autopsia.
Um balneário interessante com casas grandes antigas com muito estilo. Um hotel grande e antigo (Argentino Hotel) no estlo dos hotéis europeus do inicio do Sec XX.
A enseada principal é bonita. A foto acima é desta enseada feita no Cerro San Antônio.
A passagem foi muito rápida em Piriápolis. Passamos de carro e só saltamos no Cerro San Antonio.
Cerro de San Antonio (à esquerda)
Cerro de San Antonio (à esquerda)
Casa Pueblo em Punta Ballena
Casa e atellier de Carlos Paez Vilarós, pintor, muralista e escultor uruguaio (faleceu em fev 2014)
Localizada na escarpa de Punta Ballena muito grande, sem linhas retas e com vários detalhes interessantes.
Num auditório aconchegante com cadeiras de alvenaria se passa um curto sobre a vida de Vilarós narrada por ele mesmo. Foi um artista de esquerda que viajou o mundo todo. Desde jovem ligado à cultura negra e que morou em vários países africanos nos anos
1960.

O ponto fraco da visita a Casa Pueblo é que se vê muito pouco da parte interna. Poucas salas está disponíveis para visita, essencialmente para venda de reproduções, livros etc.
Comemos MUITO bem em Punta del Este no Lo de Tere (Rambla del Puerto c/ Calle 21, Punta del Este; Tf. (00 598 42.44.04.92). O carpaccio de
polvo que dividimos na entrada estava delicioso.
Camila e Aldina pediram chipirrones acebolados que estavam ótimos. Eu fui de Black crab, um ravioli com tinta de polvo na pasta e recheado com siri e servido em caldo de camarão acompanhados por alguns camarões. Recomendo fortemente, um dos melhores pratos que já comi.
O Sauvignon Blanc da Juan Carrau bem resfriado e acompanhou perfeitamente a entrada e o prato.
Sobremesa Don Quijote y Sancho Panza tb muito boa. Brownie com creme de chocolate e sorvete de limão.
Na praça onde há o mercado de artesanato não encontramos nada que merecesse atenção. Peças meio toscas e que podem ser encontradas quas em todo lugar. O mais típico são as cuias de mate e as garrafas térmicas pequenas e finas que os uruguaios usam em todos os lugares para prepara-lo. São vendidas em pares
e com estojos de couro. Mas a quem dar um presente deste na Bahia?
domingo, 20 de julho de 2014
Montevidéu em julho
O blog ficou meio esquecido, e graças a Camila, relembrei durante a viagem a Montevidéu.
Vim para trabalhos que temos em colaboração com o Instituto Pasteur de Montevidéu, mas neste blog não falarei deste assunto. Vou falar, principalmente da experiência gastronômica por aqui.
Foram 4 dias de trabalho e muito comida.
Se você gosta muito de churrasco, Montevidéu é o seu destino! A cidade tem cheiro de parrillada em cada esquina. Tive sempre boas experiências com as carnes, saborosas, macias e rugosas (mal passadas).
Os locais jantam muito tarde para os padrões brasileiros, se aproximam mais dos espanhóis. Chegar no restaurante às 20’00 é para comer sozinho, ou, na melhor hipótese, com outros brasileiros. Os uruguaios chegam após as 22’00 ou 22’30 (com crianças).
Pegamos um período agradável no inverno. Durante alguns dias com 17o a 18oC e à noite de 8o a 12oC, sem chuva.
Como curiosidade, vejam que os uruguaios estão muito interessados em propriedade intelectual. Já têm até patente de cachorro (foto ao lado).
Restaurantes
Uma boa experiência na Parrillada Trouville (Chucarro 1037, entre Marti y Av. Brasil, Montevideo 113000). Pedimos de entrada uns chipirrones (txipirrones, no cardápio) acebolados, que estava excelentes. De prato principal, pedimos a picanha de cordeiro e bife ancho. Cada um gostou do seu prato. O bife ancho mal-passado estava MUITO bom! De vinho um Tempranillo-Tanat da bodega Bouza e foi uma experiência também muito boa, e o preço foi uivo razoável (490 pesos uruguaios ou pouco mais de R$50,00). O vinho não é tão encorpado mas sem acidez e com excelente retrogosto. A Bodega Bouza é sempre uma opção segura. Preços muito honestos para a qualidade da comida e do vinho. O dono, Sr, Francisco, é muito simpático e apareceu ao final para saber como tinha sido a refeição. É um uruguaio que divide seu tempo entre Montevidéu e SP, onde também tem uma parrillada. A Trouville é uma séria opção a considerar para uma boa carne.
A visita ao Mercado del Puerto em Montevidéu é interessante, comer por lá talvez não seja a melhor opção. No El Palenque (Perez Castellano 1579; Ciudad Vieja) há sempre muita gente, o que costuma sinalizar bom restaurante, mas compromete um pouco o serviço. No nosso casso, o garçom era atencioso mas passava sempre "voando" com tantas mesas para atender.
A entrada de txipirrones, com cebola e champignon, estava deliciosa. Pedimos uma paella (após jantar numa parrilada na véspera, queríamos variar um pouco). A paella, estilo valenciana, estava decente mas não era a "paella de toda la vida".
O Pinot Noir Reserva da Luigi Bosca acompanhou bem.
A entrada de txipirrones, com cebola e champignon, estava deliciosa. Pedimos uma paella (após jantar numa parrilada na véspera, queríamos variar um pouco). A paella, estilo valenciana, estava decente mas não era a "paella de toda la vida".
O Pinot Noir Reserva da Luigi Bosca acompanhou bem.
Uma maravilha para os chocolátras! Após almoçar no Palenque do Mercado del Puerto, encontrei por acaso a loja do Volverás a Mi (Perez Castellano 1461). Um café acompanhado pelo chocolate lá foi um excelente complemento. Provei o chocolate recheado com um creme com vinho Tanat, que foi muito bom. Comprei uma caixa para levar.
A cidade tem muitas opções de cozinha italiana. Gostamos bastante do Mamma Nostra (Coronel Mora 451 esq Joaquin Nuñez). A casa ofereceu uma entrada de bruschetas básicas de boa qualidade. O meu raviolone com queijo e bondiola me agradou muito. Foi bom para variar de tanta carne (embora agora também sirvam parrilada, segundo anunciam - deve ser difícil um restaurante sobreviver em MVD sem servir parrillada). Um serviço simpático, embora um pouco lento.
Já no almoço seguinte, estava de novo na carne. Ótima experiência na Cantina del Puertito (Zorrilla de San Martin 176 Entre Tabare y Parva Domus, Montevideo, perto do Punta Carretas Shopping), um local simples mas com comida muito boa, serviço eficiente e o mais simpático da cidade. A casa ofereceu uma pizza brotinho como cortesia de entrada, com boa qualidade e massa bem crocante. Gostei bastante do Entrecote com fritas, carne muito boa, macia e jugosa, uma das melhores que provei. Gostei também do Tanat (2011) da vinícola Pisano, um Reserva Personal de la Família (RPF), recomendado na carta.
Hotel
Fiquei no Punta Trouville Apartments (Francisco Vidal 726, Montevideo 11300), um hotel simples, bem localizado. Pontos positivos e negativos, como quase todos:
Bons:
Ótima localização em Pocitos: Fácil acesso dali para o centro e Cidade Velha. O Punta Carretas Shopping fica bem perto também. Rua tranquila, a uma quadra da rambla e perto de vários restaurantes, mercadinhos, farmácias e casa de cambio;
Facilidade de pequena cozinha no quarto: Para estadias longas é interessante ter equipamentos úteis para refeições rápidas;
Limpeza muito boa;
Portaria atenciosa, embora com toques bem amadores para indicações na própria área de Pocitos. Não conhecem os restaurante mais afamados da área e o mapa que fornecem não tem o nome das ruas, por exemplo;
Café da manhã bem sortido com muita variedade e de qualidade. O local é pequeno, na hora do pico precisa esperar par ter vaga.
Ruins:
Mobilidade: Vá com mala leve. O hotel tem escadas já entrada. Não há rampa nem ajuda para pegar as malas;
Elevador: Escadas para chegar até o elevador que é um só o que leva a certa espera em horários de maior movimento;
Banheiro: pequeno e sem local para colocar os apetrechos.
Ótima localização em Pocitos: Fácil acesso dali para o centro e Cidade Velha. O Punta Carretas Shopping fica bem perto também. Rua tranquila, a uma quadra da rambla e perto de vários restaurantes, mercadinhos, farmácias e casa de cambio;
Facilidade de pequena cozinha no quarto: Para estadias longas é interessante ter equipamentos úteis para refeições rápidas;
Limpeza muito boa;
Portaria atenciosa, embora com toques bem amadores para indicações na própria área de Pocitos. Não conhecem os restaurante mais afamados da área e o mapa que fornecem não tem o nome das ruas, por exemplo;
Café da manhã bem sortido com muita variedade e de qualidade. O local é pequeno, na hora do pico precisa esperar par ter vaga.
Ruins:
Mobilidade: Vá com mala leve. O hotel tem escadas já entrada. Não há rampa nem ajuda para pegar as malas;
Elevador: Escadas para chegar até o elevador que é um só o que leva a certa espera em horários de maior movimento;
Banheiro: pequeno e sem local para colocar os apetrechos.
Cidade
Visitei poucos lugares e não fiquei muito impressionado. A Praça mais famosa, a Independência é uma praça ampla e histórica, mas descaracterizada pelos vários estilos de construção coexistentes. No lado oposto ao prédio mais bonito da praça, fica o edifício mais feio de todo o Uruguai (imagino que não podem existir mais feios que este). Quem é se Salvador, este prédio aqui parece o Themis da Praça da Sé, e ainda maior, o que só aumenta o aspecto desagradável. O próprio prédio da Presidência é de pouco estilo. O Teatro Solis, reformado recentemente, vale uma visita.
El Mercado del Puerto é uma experiência interessante e muito parecido com outros mercados como o de Santiago. Muitos restaurantes e muitíssimos turistas.
Câmbio
O câmbio estava a 1R$=9,35 e 1USD=22,89.
Devo postar mais uma ou duas notas sobre MVD.
Devo postar mais uma ou duas notas sobre MVD.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
O Apalpador - O Papai Noel galego
A figura acima, feita por Leandro (e vista aqui) é d'O Apalpador.
Sobre a Apalpador:
Texto acima do A Gentalha do Pichel (aqui).
De O APALPADOR PERSONAGEM MÍTICO DO NATAL GALEGO A RESGATE por José André Lôpez Gonçâlez (aqui):
"O dia 31 de Dezembro baixa à noitinha das alturas da sua escura morada nas
espessas devesas para visitar os meninos. Chega quando os pequenos estiverem
durmidinhos e apalpando-lhes a barrriguinha, por ver se estão cheios ou têm fame diz,
no caso de estarem fartos: «Assim, assim estejas todo o ano», deixando-lhes uma
mão-cheia de castanhas. No caso de terem fame ele cala embora, também os
agasalhe com uma pressada do fruto do castanheiro.
Pela excitação da chegada do Apalpador e os presentes, as crianças não podem dormir e bolem. Para lhes fazerem sossegar, os velhos cantavam-lhes as cantigas que vem:
Vai-te logo meu ninim/nininha,
marcha agora pra caminha.
Que vai vir o Apalpador
para dar-vos o aguinaldo.
Agora traz brinquedos em lugar de castanhas, que os tempos cambiaram, mas
não a função."
Pela excitação da chegada do Apalpador e os presentes, as crianças não podem dormir e bolem. Para lhes fazerem sossegar, os velhos cantavam-lhes as cantigas que vem:
Vai-te logo meu ninim/nininha,
marcha agora pra caminha.
Que vai vir o Apalpador
a palpar - che a barriguinha.
Já chegou o dia grande,
dia do nosso Senhor.
Já chegou o dia grande,
E virá o Apalpador1.
Manhã é dia de cachela2,
que haverá gram nevarada
e há vir o Apalpador
c ́uma mega3 de castanhas.
Por aquela cemba
já vem relumbrando
o senhor Apalpador
Já chegou o dia grande,
dia do nosso Senhor.
Já chegou o dia grande,
E virá o Apalpador1.
Manhã é dia de cachela2,
que haverá gram nevarada
e há vir o Apalpador
c ́uma mega3 de castanhas.
Por aquela cemba
já vem relumbrando
o senhor Apalpador
(Amadora de Galego†, camponesa, 79 anos, Romeor de Caurel, recolhidas em
Dezembro de 1994).
Depois de algum tempo esquecido, O Apalpador retomou suas andanças galegas:
Veja o texto:
"Em 2006 um trabalho de José André Lôpez Gonzâlez, publicado polo PGL, resgatava do esquecimento o Apalpador, personagem mítica da cultura popular galega para a quadra natalícia. Já no passado ano a Gentalha do Pichel chamou a atençom para a recuperaçom de facto dessa figura, e neste pretendem dar mais um pulo fazendo com que ela volte à rua.
Destarte o Apalpador, até agora sepultado por figuras importadas pola uniformizaçom cultural e polo formato consumista do Natal de hoje, sairá à rua em rondalha, trará presentes para os meninhos e meninhas do País, e deixará carvom na porta das casas de tantos indesejáveis, inimigos da nossa língua e cultura.
Da Gentalha fam questom em lembrar que o Apalpador tem especial gosto polos presentes manufacturados artesanalmente, dando mais valor ao carinho que ao dinheiro, e pedem para que este importante labor de recuperaçom das nossas festas populares conte com o apoio dos centros sociais e o movimento associativo da Galiza.
Por isso, do Centro Social compostelano já editárom um cartaz explicativo e já começárom os preparativos para o regresso do Apalpador às ruas galegas, com o intuito de recuperar o Natal galego e, ainda, afastar-nos um bocadinho da voragem consumista dessas datas." (aqui).
e continua em 2013:
"O Apalpador
O Apalpador visita toda a Galiza
Quinta, 19 Dezembro 2013 00:00
PGL - Mais um ano, o Apalpador desce das montanhas do Courel e visita a Galiza inteira. A seguir damos algumhas referências para as pessoas interessadas em conhecer os primeiros destinos do gigante carvoeiro. Já fôrom confirmadas visitas do personagem do Natal galego às cidades de Ferrol, Santiago de Compostela, Lugo e Vigo e nom se descarta que nos vindouros dias conheçamos mais destinos." (aqui)
domingo, 22 de dezembro de 2013
As melhores propagandas recentes de Natal
Estas foram as melhores que vi. Apple já uso e fiquei com votade de voar WestJet (no Natal, pelo menos!).
Apple
WestJet
domingo, 17 de novembro de 2013
Sing Miller does exist!
Não estava louco ao falar sobre Sing Miller no post sobre o Preservation Hall in NOLA (aqui). Para evitar uma consulta psiquiátrica, Aldina localizou o LP comprado há tanto tempo! Foto acima.
Agora falta conseguir digitalizar as músicas para ouvi-las na era digital.
Duas coisas:
O LP foi mesmo autografado.
No CD comprado nesta viagem de 2013 (The Best of Early Years Preservation Hall), há uma música por Sing Miller (Nelly Gray).
Agora falta conseguir digitalizar as músicas para ouvi-las na era digital.
Duas coisas:
O LP foi mesmo autografado.
No CD comprado nesta viagem de 2013 (The Best of Early Years Preservation Hall), há uma música por Sing Miller (Nelly Gray).
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Tax free USA
Eu nunca havia ouvido que há devolução de imposto aos viajantes nos EEUU, mas há. Ou melhor, pelo menos na Louisiana há.
A primeira vez que soube da détaxe foi em Paris. Se um turista compra algo que será usado no exterior pode ser ressarcido de (parte) do imposto pago. A loja emite um documento a ser mostrado juntamente com o produto no aeroporto no momento do embarque para o exterior. Após o que o recurso é devolvido. Depois, vi o mesmo mecanismo na Espanha. De algo semelhante nos EEUU, não tinha notícia.
A Lousiana tem Tax Free Shopping. O mecanismo é simples (como se esperaria dos EEUU). Necessário mostrar:
Passaporte com visto e carimbo de entrada;
Cópia da passagem ida e volta (com permanência não superior a 90 dias);
O original dos recibos e voucher emitido na loja de venda.
A Macy’s faz o reembolso na hora (cobrando uma taxa, logicamente). Basta ir até Consumer’s Office com os documentos e você já sai com cash. Eles fazem este serviço para todas as lojas participantes e não somente para as compras da Macy’s. Este ponto é importante: nem todas as lojas participam do programa.
Na verdade se tiver o itinerário da viagem (impresso) ou o crachá de uma conferência eles aceitam e fazem a cópia lá mesmo.
Se o recibo for original eles a Macy’s faz o voucher, se o recibo for cópia, é necessario trazer o voucher da loja participante.
A Macy’s mantém um posto de atendimento no Louis Armstrong International Airport e também é possível obter o reembolso pelo correio.
Não vi nada disto em NYC. Deve existir em outros Estados, mas não tenho conhecimento.
Eppur si muove!
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