domingo, 19 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Raízes celtas: Galicia, Reino Unido e Irlanda.
Celtic Roots - The Anthem from Casa de Tolos on Vimeo.
Celtic Roots é un proxecto educativo multidisciplinar que ten como obxectivo afondar no coñecemento e na comunicación entre nenos e nenas de países que comparten unha cultura atlántica común.
Este CD-DVD recolle temas da música tradicional galega e irlandesa, interpretadas polo alumando dos colexios CEIP. Humberto Juanes de Nigrán (Galicia), St. John’s Catholic Primary School de Manchester (Reino Unido) e St. Cronan’s School de Bray (Irlanda), contando coa colaboración especial de Xose Manuel Budiño en Galicia, Michael McGoldrick no Reino Unido e Dònal Lunny en Irlanda, que fixeron posible este traballo.
sábado, 20 de novembro de 2010
Dicas de Madrid do Blog Marcha Madrilenha
Lugares preferidos (parte I)
"No quesito parque, embora more do lado do famoso Retiro, sou do clube do Templo de Debod. Menos turístico, menor, mais intimista, o Debod foi desses que me conquistou de cara. Pra ver o pôr do sol, pra fazer um piquenique, pra jogar capoeira, pra tocar violão, pra correr. Cabe em todos os programas e ainda tem os lindos templos egípcios - um presente do governo do Egito a Espanha em 1968 -, esses sim turísticos, mas pouco visitados em geral.
Pra aproveitar o lugar, no Parque Oeste (metrô Praça Espanha), a dica é chegar uma hora ou duas antes do pôr do sol e aproveitar que os templos estão abertos a visitação. No inverno eles fecham às 18h15, durante a semana, e no verão às 21h. O passeio é de graça."
Lugares preferidos (parte II)
Minha primeira vez no El Junco, bar de jazz e blues de Madri, foi no domingo, mas sempre soube que ele teria seu lugar guardado na lista. O bar, em Alonso Martinez, tem a fama de ser o melhor de jazz em Madrid, principalmente aos domingos (com blues) e às terças.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Aldina recebeu o Premio Scopus 2010
Conforme noticiado hoje no SBlogI (aqui), Aldina recebeu ontem, em Brasilia, juntamente com outras nove pesquisadoras brasileiras o Premio Scopus, concedido pela CAPES e pela Elsevier.
O Prêmio é concedido pela Elsevier e pela CAPES. A CAPES, agência do Ministério de Educação, atua na avaliação e financiamento dos cursos de pós-graduação. A Elsevier é uma editora holandesa (de 1580) e é hoje a maior editora científica internacional.
A escolha das premiadas foi baseada no número de trabalhos e citações recebidas, para pesquisadoras de diferentes áreas da ciência.
A escolha das premiadas foi baseada no número de trabalhos e citações recebidas, para pesquisadoras de diferentes áreas da ciência.
Veja abaixo outras fotos da entrega do Premio:
Fotos feitas por João Paulo Barbosa
sábado, 23 de outubro de 2010
Erradicação da miséria no Brasil
O gráfico acima é da Fundação Getúlio Vargas (original aqui).
Vejam que a partir do Plano Real, há uma queda da miséria no Brasil, mas que este processo é interrompido de 1995 a 2003. Ou seja durante todo o governo FHC, inclusive no ano de 2003 cujo orçamento foi elaborado no governo FHC, não houve redução da miséria.
Ao clicar no ano 1995, aparece uma manchete de jornal: "Renda dos pobres cresce 30% no Real."
O click em 1999, exibe: "IPEA mostra que miséria volta a crescer no Brasil"
Em 2003: "Miséria cresceu no primeiro ano de Lula" (volto a lembrar com orçamento elaborado no governo FHC).
De 2004 em diante, todas as manchetes ressaltam a acentuada queda da miséria no Brasil.
Muitos têm argumentado que o sucesso do governo Lula se deve às condições criadas nos governos anteriores. O ponto que permanece sem explicação é porque não continuou a redução dos níveis de miséria durante o governo FHC, se as condições do Plano Real, no governo Itamar, já haviam levado ao início da redução. Para mim, trata-se de falta de prioridade para políticas sociais, do mesmo modo que faltou prioridade para o investimento em C&T (aqui).
Reproduzo abaixo o comentário de Paulo Beirão, no post anterior, pois se aplica também ao tema atual :
"Acho curioso o argumento que todo o sucesso do governo Lula se deve à estabilidade econômica do plano Real. Vamos aos fatos!
O plano Real foi iniciado no ano de 1994 (a moeda começou oficialmente no dia 1o de julho), no governo Itamar. Depois disso o FHC teve 8 (oito!) anos para mostrar que a estabilidade econômica poderia ser seguida de crescimento econômico e redução das desigualdades sociais. Pelo contrário, só aconteceu crescimento da dívida externa, da divida interna e da carga tributária, apesar do arrocho econômico e da privatização de várias estatais (a propósito, para onde foi o dinheiro dessas privatizações?).
Há alguns que dizem que o cenário econômico era desfavorável. Nesse período tivemos 3 crises financeiras, uma da Coréia, outra da Argentina e outra do México. Em todas elas o Brasil quebrou e tivemos que ficar de quatro para o FMI (vocês se lembram dos chamados efeito Orloff e efeito tequila?). No final do governo FHC o dólar tinha disparado e estávamos na iminência de ter que recorrer novamente ao FMI (vocês se lembram do empréstimo standby de US$ 30 bi?).
Pouco depois do início do governo Lula começamos a pagar as dívidas, o dólar caiu e os juros internos caíram, contrariando a tendência do final do governo FHC. A conjuntura externa foi favorável? Em 2008 iniciou-se a maior crise financeira internacional depois da Grande Depressão de 1929, que afetou países (seriam periféricos?) como os EUA e a Europa. Contrariamente ao preconizado pelos “especialistas” tucanos, o governo Lula apostou no mercado interno e fomos os últimos a entrar e os primeiros a sair da crise (é importante lembrar que vários países ainda não saíram da crise!). É isso que os tucanos chamam de “conjuntura internacional favorável”?"
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Está em dúvida no voto? Veja os dados sobre investimento em ciência!
Vários estudos e indicadores nacionais e internacionais mostram que o número de doutores se correlaciona com melhor desenvolvimento social e econômico. Também é demonstrado, e óbvio, que para haver doutores produtivos é necessário investir em ciência.
Se você não é da área de ciência e tecnologia, veja os dados abaixo e reflita sobre qual o partido que valoriza a ciência no Brasil.
Se você é da área de ciência e tecnologia, nem precisa analisar muitos dados. Você deve ter sentido que há muito mais investimento hoje que no governo anterior. Mas como você está acostumado a tomar decisões baseado em evidências científicas, veja os dados:
A diferença de inclinação das retas é muito esclarecedora. Ao lado de cada gráfico há uma figura mostrando apenas as retas de tendência. Em preto a do PSDB (no trecho pontilhado a extrapolação do crescimento na mesma tendência mostrada nos oito anos de governo FHC). A linha vermelha mostra a tendência de crescimento no governo Lula.
No total das bolsas, o quadro é ainda mais dramático, pois a curva do número de bolsas era decrescente:
A queda do número de bolsas afetou bolsas de extrema importância para a capacitação nacional como as bolsas para pós-graduação:
O quadro se completa com pouco apoio para realização de projetos de pesquisa:
Não precisa ajudar na análise da interpretação pois as tendências são claras. Em todos estas modalidades houve um suporte à ciência e tecnologia muito mais decisivo no governo do PT.
No total das bolsas, o quadro é ainda mais dramático, pois a curva do número de bolsas era decrescente:
A queda do número de bolsas afetou bolsas de extrema importância para a capacitação nacional como as bolsas para pós-graduação:
O quadro se completa com pouco apoio para realização de projetos de pesquisa:
Não precisa ajudar na análise da interpretação pois as tendências são claras. Em todos estas modalidades houve um suporte à ciência e tecnologia muito mais decisivo no governo do PT.
sábado, 9 de outubro de 2010
Paixonei com Ouro Preto, tudo em até 15 minutandano
A Reunião Anual de Pesquisa em Malária foi a oportunidade que me trouxe de volta a Ouro Preto. Pelo que lembro a terceira vez. A primeira, ainda estudante de medicina, foi uma visita rápida. Uns amigos de Belo Horizonte fizeram a gentileza de trazer-me, circulamos pela cidade e retornamos no mesmo dia. A verdade é que lembro do padrão geral da arquitetura, da beleza das igrejas e pouco mais que isto. A segunda vez foi numa visita ao curso de pós-graduação da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), em comissão da CAPES. Também foi uma visita rápida e sem oportunidade de turistear.
Desta vez, fiquei de 2a-f a 6a-f. Como se trata de uma reunião científica, fiquei a maior parte do tempo no Centro de Convenções. Continuo conhecendo pouco de Ouro Preto. Evitei o transporte oferecido pelo congresso para caminhar do hotel ao Centro de Convenções, aproveitando a temperatura amena e sem chuva. Pouca coisa, mas paixonei com Ouro Preto. O trecho anterior em itálico, como se usa para língua estrangeira, está escrito em mineirês. Notem que é parecido com o português brasileiro (apaxonei-me por). Nesta viagem aprendi uma unidade de medida mineira: minutandano. Qual a distância daqui do hotel até o Centro de Convenções? Dez minutandano. A vantagem da medida é que ela reflete vários aspectos do trajeto incluindo a sua inclinação. Assim, como o hotel se situa em local mais elevado que o Centro de Convenções, o retorno não fica a 10 mas a 15 minutandano. Interessante o nome do Centro de Convenções (da UFOP): Parque Metalúrgico pois é adaptado de uma metalúrgica.
O Hotel Solar do Rosário, onde fiquei, é muito bom, mas algo caro. Imagino que há alternativas razoáveis mais baratas. Tivemos uma reunião no Hotel do Teatro o qual pareceu muito simpático (e a internet inalámbrica estava muito mais rápida que no Solar). Ao lado, e dos mesmos proprietários, há o Café e Restaurante Deguste. Almoçamos um buffet de comida mineira que estava muito boa.
Numa das noites, todos da reunião acabaram indo para uma pizzaria (O Passo; Rua São José, 56). Meia Ouro Preto havia pensado o mesmo, pois 3a-f à noite há rodízio de pizza. Quase impossível entrar. Consegui entrar, já uma boa parte acabou por desistir. A pizza, pelo menos a do rodízio, é possível de comer, sin pena ni gloria.
O restaurante Acaso 85 (Largo do Rosário 85) funciona numa casa antiga com paredes de pedra e a sala de refeições fica abaixo do nível da rua, em dois lances enormes de escadaria. Acabei indo duas vezes pela proximidade do hotel, não exatamente pela comida. Embora a comida seja boa o custo é muito elevado para a sua qualidade e os vinhos têm um custo também elevado.
O melhor restaurante que estive por lá foi, seguramente, o “Bené da Flauta” (R. São Francisco de Assis, 32 - Centro).
Ouro Preto não é exatamente uma cidade barata, mas vale muito a pena a visita. O conjunto arquitetônico está muito bem preservado. Também acho fantástico que a cidade preserve todo o aspecto colonial embora mantenha uma vida normal de cidade.
A foto acima do texto tirei do hotel com a visão da torre da Igreja do Rosário, a no corpo do texto tirei numa caminhada, ao passar na porta do grande Hotel de Ouro Preto, e não sei o nome da igreja.
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